Minha atuação é voltada para cirurgias digestivas minimamente invasivas, com planejamento cuidadoso, alta precisão técnica e foco em uma recuperação mais segura.
Na cirurgia bariátrica, cada decisão precisa ser individualizada: antes de indicar o procedimento, avalio sua história, exames, doenças associadas, tratamentos anteriores e objetivos reais para definir a estratégia cirúrgica mais adequada para o seu caso.
A obesidade é uma doença crônica e multifatorial. Ela não é falta de força de vontade, nem culpa sua. Envolve fatores metabólicos, hormonais, genéticos, emocionais e comportamentais, por isso pode ser tão difícil enfrentá-la sozinho.
Quando dietas, medicamentos e mudanças de rotina não trazem controle suficiente, a cirurgia bariátrica pode ser considerada como parte de um tratamento mais amplo, com indicação criteriosa, equipe multidisciplinar e acompanhamento adequado para reduzir o sofrimento causado pela obesidade e melhorar a qualidade de vida.
A decisão pela cirurgia não deve ser tomada apenas pelo desejo de emagrecer. Ela precisa considerar a saúde global do paciente, os riscos, os benefícios e o preparo necessário para o pós-operatório.
A cirurgia bariátrica é um procedimento realizado para auxiliar no tratamento da obesidade. Ela atua promovendo alterações no sistema digestivo que ajudam na perda de peso e no controle de doenças associadas.
Mais do que uma cirurgia para emagrecimento, a bariátrica faz parte de um tratamento de saúde que exige preparo, acompanhamento e mudanças de hábitos ao longo da vida.
Quando bem indicada, pode contribuir para melhora metabólica, redução de riscos associados à obesidade e mais qualidade de vida.
Não existe uma técnica ideal para todos os pacientes. A escolha deve considerar exames, histórico de saúde, presença de refluxo, diabetes, hábitos alimentares e objetivos do tratamento.
Quando você considera a cirurgia bariátrica, o primeiro passo é avaliar se ela realmente é indicada para o seu caso.
Na consulta, analiso seu histórico de peso, exames, tratamentos já realizados, rotina e presença ou não de condições associadas.
Com base nessa avaliação, é possível definir se a cirurgia é uma possibilidade segura e qual estratégia pode ser mais adequada, sempre com planejamento, critério e acompanhamento.
A cirurgia digestiva minimamente invasiva busca unir precisão técnica, tecnologia e menor agressão cirúrgica, favorecendo uma recuperação mais rápida sempre que possível.
A tecnologia amplia a visualização e o controle durante o procedimento, permitindo uma abordagem mais delicada e planejada para cada caso.
A bariátrica não termina no centro cirúrgico. Depois da cirurgia, o acompanhamento é essencial para orientar a adaptação alimentar, a suplementação quando indicada, o retorno às atividades e a evolução da perda de peso.
Cada etapa precisa ser acompanhada para favorecer mais segurança, prevenir deficiências nutricionais e manter os resultados ao longo do tempo.
Sou médico cirurgião e tenho minha profissão como uma grande paixão. Minha atuação é voltada para cirurgia bariátrica e metabólica, cirurgias digestivas minimamente invasivas e cirurgias oncológicas digestivas.
Sou detalhista, metódico e coloco a segurança dos meus pacientes em primeiro lugar. No consultório, dedico tempo para escutar, explicar e decidir junto com o paciente qual caminho de tratamento faz mais sentido para o seu caso.
Sou membro do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica e da International Federation for the Surgery of Obesity and Metabolic Disorders, IFSO.
Se o excesso de peso tem afetado sua saúde, sua rotina ou sua qualidade de vida, uma avaliação especializada pode mostrar quais caminhos são possíveis para o seu caso.
A consulta é o primeiro passo para entender se a cirurgia bariátrica é indicada, qual técnica pode ser considerada e como seria o processo de preparo, cirurgia e recuperação.
Reunimos algumas respostas para orientar pacientes que desejam entender melhor quando a cirurgia bariátrica pode ser considerada, como funciona a avaliação e quais cuidados fazem parte do tratamento.
A indicação depende de uma avaliação médica criteriosa, considerando o IMC, histórico de saúde, doenças associadas, tratamentos já realizados e riscos envolvidos. Cada caso precisa ser analisado individualmente.
Não. A cirurgia bariátrica também pode fazer parte do tratamento de condições associadas à obesidade, como diabetes tipo 2, hipertensão, apneia do sono, refluxo e dores articulares, quando houver indicação médica.
Na consulta, são avaliados o histórico de peso, exames, tratamentos anteriores, rotina, presença de doenças associadas e objetivos do paciente. A partir dessa análise, é possível definir se a cirurgia é uma possibilidade segura.
Sim. O acompanhamento após a cirurgia é essencial para orientar alimentação, suplementação, evolução do peso, adaptação à nova rotina e prevenção de complicações. O tratamento não termina no procedimento cirúrgico.