A colecistectomia é a cirurgia realizada para remover a vesícula biliar, órgão responsável por armazenar a bile, substância produzida pelo fígado que auxilia na digestão das gorduras.
Quando a vesícula apresenta pedras, inflamações, pólipos ou outras alterações, ela pode causar:
Os principais sintomas incluem dor intensa na parte superior direita do abdômen, que pode irradiar para as costas ou para o ombro direito, especialmente após refeições gordurosas. Outros sinais comuns são náuseas, inchaço, diarreia, azia e desconforto abdominal persistente.
Antes de indicar a colecistectomia, é necessário entender sua história, seus sintomas, seus exames e o impacto que a alteração da vesícula tem na sua rotina.
A partir dessa avaliação, é possível definir a estratégia cirúrgica mais adequada para o seu caso, considerando segurança, precisão técnica e recuperação.
Essas informações são estimativas e podem variar conforme exames, condições clínicas, complexidade da cirurgia e evolução pós-operatória.
A colecistectomia pode ser realizada por técnica minimamente invasiva, com pequenas incisões no abdômen, uso de câmera e instrumentos cirúrgicos específicos.
Essa abordagem permite ao cirurgião visualizar a região com precisão e remover a vesícula de forma planejada e segura.
Em casos selecionados, a cirurgia também pode ser realizada com auxílio da robótica, conforme a indicação médica, a estrutura disponível e as características do caso.
A recuperação após retirada da vesícula varia conforme a técnica e sintomas persistentes, como dor, náuseas ou diarreia, devem ser comunicados à equipe médica.
Nem sempre. Algumas pedras podem ser assintomáticas. No entanto, quando causam dor, inflamação ou risco de complicações, a colecistectomia pode ser indicada.
Sim. Após a retirada da vesícula, a bile continua sendo produzida pelo fígado. O organismo costuma se adaptar, embora alguns pacientes possam precisar de ajustes alimentares, principalmente no início da recuperação.
Depende do caso. Quando há inflamação, dor intensa, febre, vômitos persistentes ou complicações, a avaliação deve ser feita com maior rapidez.
Sim, em casos selecionados. A cirurgia robótica pode ser utilizada conforme a indicação do cirurgião, a estrutura disponível e as características clínicas do paciente.